Informação sobre a disfunção eréctil, histórias e notícias relacionadas com esta condição e o seu tratamento.

31
Jan 14

 

A disfunção eréctil afecta vários homens independentemente da idade e apesar de esta condição não poder ser completamente prevenida, existem algumas alterações ao estilo de vida que podem reduzir a sua incidência. Uma destas alterações é a alimentação. Alguns homens desconhecem este facto, mas a verdade é que existem alguns alimentos que reduzem a probabilidade de vir a sofrer de disfunção eréctil, contrbuindo para que esta condição se desenvolva mais tarde durante a vida.

 

Segue-se a lista dos alimentos mais relevantes e que não deve esquecer na sua dieta:

 

Vegetais de folha verde


A elevada concentração de nitrados em vegetais como os espinafres e o aipo, permitem uma melhoria da circulação sanguínea em todo o corpo, inclusivé para o pénis. Os nitratos têm um poder vasodilatador, permitindo que mais sangue circule e chegue aos músculos, sendo que os principais medicamentos disponíveis actualmente para a disfunção eréctil, se baseiam neste princípio para os seus efeitos.

Chocolate negro


Os flavenóides presentes no chocolate negro são antioxidantes naturais que permitem reparar o dano celular e reduzem o colesterol e a hipertensão, duas condições com uma influência muito negativa na disfunção eréctil.

Pistachios


Os pistachios são ricos em arginina, uma proteína que ajuda a relaxar os vasos sanguíneos. Um estudo recente concluiu que os homens que comeram pistachios diariamente durante três semanas, experienciaram uma melhoria na sua vida sexual, incluindo na disfunção eréctil, no desejo sexual e na satisfação sexual.

Ostras
As ostras, já conhecidas pelas suas propriedades afrodisíacas, são ricas em zinco, um mineral importante para a produção de testosterona. Baixos níveis de testosterona podem ser uma das causas de disfunção eréctil, principalmente em homens mais velhos e que estejam a passar pela andropausa.

publicado por Tim às 09:39

19
Nov 13

 

A disfunção eréctil e a doença cardiovascular podem estar relacionadas e uma das principais explicações para tal é os motivos que levam aos problemas vasculares serem os mesmos que causam disrupções no processo de erecção. Compreender a relação entre estas duas condições é fundamental de forma a prevenir consequências mais graves, como por exemplo a insuficiência cardíaca, da mesma forma que o tratamento dos problemas cardiovasculares pode consequentemente ajudar a melhorar a qualidade das suas ereções e permitir uma vida sexual mais saudável e satisfatória.

 

Quais os principais problemas cardiovasculares que causam disfunção eréctil?

 

Aterosclerose: A aterosclerose caracteriza-se pelo endurecimento das artérias pela deposição de placas de ateroma nas suas paredes. A deposição destas placas nas artérias dificulta a circulação do sangue, principalmente em pequenas artérias como a do pénis, tornando mais difícil o preenchimento dos corpos cavernosos do pénis durante a estimulação sexual. O processo de erecção é assim dificultado, tal como a circulação de sangue pelas restantes partes do corpo. A aterosclerose aumenta o risco de outros problemas cardiovasculares como o aneurisma, o AVC e a doença arterial periférica.

 

Hipertensão arterial: A hipertensão arterial caracteriza-se pelo excesso de pressão nas paredes das artérias, podendo levar ao seu dano. Nas artérias do pénis em particular, a hipertensão pode levar a que estas rebentem, impedindo que sangue suficiente chegue ao pénis e não seja por isso conseguida uma erecção. Por outro lado, alguns medicamentos usados no tratamento da hipertensão arterial podem levar a problemas de erecção. Entre estes medicamentos incluem-se os beta-bloqueantes e as tiazidas, apesar de os seus efeitos a nível da disfunção erétil não afectarem todos os homens que os tomem.

 

Tratamento da disfunção eréctil causada por problemas cardiovasculares

 

Antes de tratar a disfunção eréctil especificamente, deve ser feita uma avaliação médica que permita comprovar que os problemas de disfunção eréctil se relacionam com a doença cardiovascular. Após esta constatação, pode ser administrado tratamento para o problema cardiovascular, se o seu médico assim o achar necessário, ou adoptar um plano de tratamento que assente apenas em alterações ao estilo de vida, como por exemplo, perda de peso, exercício físico, dieta, entre outros. O tratamento, seja este medicamentoso ou não, não só melhora os problemas cardiovasculares, reduzindo o risco de complicações mais graves, como também melhora a qualidade das suas erecções. No caso de esta forma de tratamento não ser suficiente, podem estar indicados tratamentos específicos para a disfunção eréctil, que permitem ao homem recuperar a sua vida sexual.

publicado por Tim às 11:37

12
Nov 13

 

O alcoolismo traduz-se pelo consumo excessivo de álcool e pode levar a problemas tanto físicos como psicológicos, sendo que a disfunção eréctil é um deles. Os efeitos tóxicos do álcool a curto e a longo prazo, prejudicam os tecidos do fígado, do cérebro e do sistema nervoso, pelo que os seus efeitos no processo de erecção podem ocorrer mesmo quando se encontra sóbrio.

 

Para além dos efeitos a nível da condução nervosa, dificultando a obtenção e a manutenção de uma erecção suficiente para penetração, o álcool também tem efeitos adversos na líbido e conduz a problemas hormonais, como por exemplo, à redução da produção de testosterona.

 

Um estudo publicado no "Indian Journal of Psychiatry" revela que os episódios de disfunção eréctil fazem parte da rotina dos homens com problemas de alcoolismo, principalmente quando estes consomem mais de 12g de álcool por dia e fumam concomitantemente mais de 10 cigarros por dia. Cerca de 61% dos pacientes com alcoolismo relatam problemas sexuais como a disfunção eréctil e a redução do desejo sexual.

 

Muitos homens com problemas de auto-estima ou outros, vêm no álcool a solução para se sentirem mais à vontade com o sexo, podendo o seu consumo com moderação ter mesmo um papel benéfico ao nível do coração e da circulação sanguínea. Porém, o sexo e o álcool obedecem a um equilibrio importante e as consequências desta substância podem ser desastrosas na sua vida sexual. O álcool actua como um antidepressivo e ao invés de o estimular ou conseguir uma maior iniciativa da sua parte, pode alterar por completo o seu humor e a sua disposição para o sexo.

 

Se sofre de problemas de erecção e consome álcool com frequência, esta pode ser a resposta para a solução do problema. Modere o consumo de álcool e a frequência com que ingere bebidas alcoólicas. Se por iniciativa própria não consegue reduzir o consumo de álcool, este pode ser mais um vício do que apenas uma rotina casual, procure ajuda se for caso disso e tenha tanto uma vida mais saudável como um melhor desempenho sexual.

publicado por Tim às 12:52

15
Out 13

 

A disfunção eréctil é uma condição que afecta o bom desempenho sexual masculino, atingindo principalmente homens entre os 40 e os 70 anos de idade, sendo que a sua incidência aumenta com o envelhecimento. No entanto, a disfunção eréctil nos jovens não é incomum, afligindo cerca de 8% dos homens jovens entre os 20 e os 40 anos de idade, contra os 52% nas idades mais avançadas.

 

 Homem preocupado na cama

 

Causas


Há que realçar que a etiologia de base da disfunção eréctil nos jovens é essencialmente distinta da dos homens adultos mais velhos. Enquanto que os factores biológicos predominam nestes últimos, nomeadamente a coexistência de co-morbilidades como cirurgias pélvicas e prostáticas, diabetes, hipertensão arterial, abuso crónico do álcool e do tabaco, efeitos colaterais da medicação anti-hipertensora, antidepressivos,etc. Nos homens mais jovens as causas psicológicas são, na maior parte dos casos, responsáveis pelo aparecimento desta condição embaraçosa. A ansiedade e o stress, a inexperiência sexual, a falta da intimidade e de comunicação com a parceira, a procura da satisfação sexual imediata e mecanicista, os problemas na colocação do preservativo bem como o uso concomitante do álcool com drogas passionais, constituem os factores cruciais para o desenvolvimento desta perturbação nos homens jovens.

Tratamento


A disfunção eréctil nos jovens é um tema delicado, não sendo geralmente abordado pelos homens jovens que padecem desta condição por motivos de vergonha. Muitos jovens recorrem ao uso de medicação de venda livre, sem orientação médica especializada, o que irá agravar ainda mais a situação dado que não trata a etiologia de base, assim como poderá estar associada a efeitos colaterais indesejáveis. A terapêutica comportamental baseada no diálogo entre os parceiros, uma maior intimidade, e o apoio psicológico definem os pilares fundamentais na resolução deste problema.

 

publicado por Tim às 14:11

17
Set 13

A disfunção eréctil é medicamente explicada como a incapacidade de obter uma erecção ou de a manter de forma a que aconteça a penetração peniana. Estudos comprovam que 2 em cada 3 homens com diabetes sofrem de disfunção eréctil, desenvolvendo esta condição 5 a 10 anos mais cedo do que um homem que não sofra deste problema. 

Disfunção eréctil e diabetes

 



A disfunção eréctil e diabetes estão primariamente interligadas . Isto quer dizer que a diabetes contribui para vários problemas de saúde que, por sua vez, contribuem directamente para o surgimento da disfunção eréctil. Um dos danos resultantes da diabetes é a neuropatia, que danifica nervos por todo o corpo, pénis incluído. A aterosclerose está ligada também com a disfunção eréctil e diabetes pois esta condição faz com que o sangue flua com mais dificuldade nos vasos sanguíneos, que no caso são mais finos e delicados quando se localizam no órgão sexual masculino. 

Por fim, outro factor ligado com a diabetes e a disfunção eréctil é o controlo do nível de glicemia. Níveis elevados/descontrolados de glicemia fazem com que o óxido nítrico não seja produzido de forma suficiente, o que faz com que este vaso-dilatador não funcione em pleno, resultando em uma erecção fraca ou menos forte. 

Disfunção eréctil e diabetes: Tratamentos

Uma questão fundamental a ter em conta no tratamento da disfunção eréctil em casos de pacientes diabéticos é o controlo da glicemia. Este controlo incluí mudanças de estilo de vida como a inclusão de exercício físico e de uma dieta cuidada, proibição de fumar e a introdução de medicação específica para diabéticos. Após a estabilização dos níveis de glicemia podem ser experimentadas outras soluções para a disfunção eréctil como medicamentos de prescrição, injecções aplicadas no pénis, utilização de vácuo ou até mesmo terapia com hormonas. Consulte sempre o seu médico antes de utilizar qualquer tipo de medicamentos, para que seja devidamente acompanhado e aconselhado.

 

publicado por Tim às 13:13

03
Set 13

Apesar de a falta de desejo sexual ser mais comum nas mulheres que nos homens e de estes mesmo com problemas de erecção conseguirem manter o seu desejo sexual e a vontade de fazer sexo, esta situação também se pode inverter, principalmente com o avançar da idade. À medida que o homem envelhece, é normal desenvolver alguns problemas do foro sexual, que se prendem essencialmente com a capacidade em conseguir ou manter uma erecção suficiente para penetração. Porém, em muitos homens o desejo sexual pode permanecer desde sempre baixo, demonstrando pouco interesse pelo sexo, como pode ser motivado pela insegurança relativamente à sua performance sexual.

 

 

Como é que a disfunção eréctil se pode relacionar com a falta de desejo?

 

Para muitos homens, os problemas de erecção são um motivo para se afastarem das suas parceiras devido ao embaraço que podem causar. Esta situação pode levar à diminuição do desejo sexual por parte do homem, principalmente quando não é procurado tratamento para resolver esta questão. A componente psicológica associada à disfunção eréctil é o principal motivo para a diminuição da procura de relações e de intimidade. De outra forma, a disfunção eréctil em nada se relacionada com a baixa libido, uma vez que uma não implica a outra. Um homem pode sofrer de disfunção eréctil mas manter o seu desejo sexual e vice-versa, pode ter falta de desejo sexual e conseguir e manter erecções na perfeição.

 

Quais são as principais causas para a baixa libido nos homens?

 

Tal como nas mulheres, a falta de desejo sexual pode relacionar-se com causas físicas ou psicológicas. De entre as causas físicas mais comuns destacam-se o alcoolismo, a obesidade, níveis de colesterol alto e baixos níveis de testosterona. Por outro lado, a depressão, o stress e a ansiedade podem também influenciar o desejo sexual masculino. Quando procurar ajuda? Se a falta de desejo sexual se mantém por um período prolongado e não consegue superar este problema sozinho, fale com a sua parceira sobre esta questão ou consulte um médico para que possa ser diagnosticada a causa do problema. A terapia com um especialista pode ajudar a superar a falta de desejo sexual, permitindo que siga a sua vida normalmente. Actualmente não existe nenhum medicamento que permita aumentar o desejo sexual nos homens, a não ser que este se relacione com a diminuição dos níveis de testosterona. Por outro lado, se a falta de desejo sexual se relaciona com a baixa confiança por não conseguir uma erecção suficiente para relações sexuais satisfatórias, existem tratamentos para restabelecer a sua vida sexual, que permitem erecções fortes e duradouras.

publicado por Tim às 10:41

12
Ago 13


As disfunções sexuais são duas vezes mais prováveis de acontecer em homens com quadros de depressão. A depressão masculina pode causar problemas sexuais como a perda do desejo, a disfunção eréctil ou a incapacidade de obter um orgasmo. Cerca de um quarto dos homens com depressão tem dificuldades em manter uma erecção ou ejacular. Um número ainda maior relata a perda do desejo sexual. Vários estudos têm mostrado que os homens com depressão têm realmente menor actividade cerebral nas regiões que normalmente respondem à excitação sexual.

 



Disfunção sexual: efeito secundário dos antidepressivos

Os problemas sexuais podem ser causados por efeitos colaterais de medicamentos antidepressivos. Na verdade, efeitos colaterais sexuais, como a disfunção eréctil, são uma das razões mais comuns que levam os homem a optar por tomar uma dosagem menor ou até mesmo parar o tratamento. Os pacientes podem também beneficiar de uma curta pausa de 48 horas na medicação. Contudo, a alteração da medicação pode conduzir a uma recaída do problema de depressão. 

Vários antidepressivos demonstram altas taxas de pacientes que relataram efeitos colaterais de disfunção sexual. Na maioria dos casos, os problemas sexuais causados por esse tipo de medicação não desaparecem. Comparado com outros medicamentos, a paroxetina causa a maioria dos problemas sexuais. A menor taxa de disfunção eréctil está ligada com ao citalopram. A bupropiona pode até ajudar na função sexual. O sildenafil (Viagra) pode ser adicionado a um ciclo de antidepressivos para melhorar o desempenho sexual. No entanto, o sildenafil não ajuda a tratar a perda do desejo sexual.

Depressão causada pela disfunção eréctil

A disfunção eréctil não é apenas um problema físico, mas também um problema emocional. A sexualidade é importante para a saúde emocional e psicológica. Os homens com impotência podem desenvolver depressões secundárias. A incapacidade de desfrutar do sexo pode levar a uma queda na autoconfiança e pode desgastar um relacionamento, pois quando o homem se afasta da(o) sua/seu parceira/o, este teme qualquer contato físico e a exposição dos problemas de disfunção eréctil.

O sucesso no tratamento da disfunção eréctil pode melhorar os sintomas de depressão masculina. Infelizmente, a maioria dos homens não procuram tratamentos para a disfunção eréctil. Esses mesmos tratamentos podem melhorar o desempenho sexual, mas também auxiliar no tratamento de sintomas emocionais e físicos, bem como depressivos. Alternativamente procurar ajuda psicológica é sempre uma boa opção, marque uma consulta de sexologia ou terapia sexual.

 

publicado por Tim às 11:14

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