Informação sobre a disfunção eréctil, histórias e notícias relacionadas com esta condição e o seu tratamento.

15
Out 13

 

A disfunção eréctil é uma condição que afecta o bom desempenho sexual masculino, atingindo principalmente homens entre os 40 e os 70 anos de idade, sendo que a sua incidência aumenta com o envelhecimento. No entanto, a disfunção eréctil nos jovens não é incomum, afligindo cerca de 8% dos homens jovens entre os 20 e os 40 anos de idade, contra os 52% nas idades mais avançadas.

 

 Homem preocupado na cama

 

Causas


Há que realçar que a etiologia de base da disfunção eréctil nos jovens é essencialmente distinta da dos homens adultos mais velhos. Enquanto que os factores biológicos predominam nestes últimos, nomeadamente a coexistência de co-morbilidades como cirurgias pélvicas e prostáticas, diabetes, hipertensão arterial, abuso crónico do álcool e do tabaco, efeitos colaterais da medicação anti-hipertensora, antidepressivos,etc. Nos homens mais jovens as causas psicológicas são, na maior parte dos casos, responsáveis pelo aparecimento desta condição embaraçosa. A ansiedade e o stress, a inexperiência sexual, a falta da intimidade e de comunicação com a parceira, a procura da satisfação sexual imediata e mecanicista, os problemas na colocação do preservativo bem como o uso concomitante do álcool com drogas passionais, constituem os factores cruciais para o desenvolvimento desta perturbação nos homens jovens.

Tratamento


A disfunção eréctil nos jovens é um tema delicado, não sendo geralmente abordado pelos homens jovens que padecem desta condição por motivos de vergonha. Muitos jovens recorrem ao uso de medicação de venda livre, sem orientação médica especializada, o que irá agravar ainda mais a situação dado que não trata a etiologia de base, assim como poderá estar associada a efeitos colaterais indesejáveis. A terapêutica comportamental baseada no diálogo entre os parceiros, uma maior intimidade, e o apoio psicológico definem os pilares fundamentais na resolução deste problema.

 

publicado por Tim às 14:11

07
Out 13

Se pretende enveredar por um tratamento caseiro da disfunção eréctil, existem várias formas de o fazer. Uma delas e a mais comum é o uso de plantas que, de certa forma, têm uma função medicinal. Por exemplo, o ginseng indiano é considerado uma das melhores plantas para o tratamento desta condição. O que o ginseng indiano permite é um fluxo mais livre do sangue para que, durante a excitação sexual, o corpo fique mais relaxado. Para além disso, esta planta auxilia a restauração do desejo sexual e a resistência, tornando assim o acto sexual mais prolongado. O ginseng indiano também tem efeitos positivos e benéficos na saúde física e mental, sendo indicado igualmente para quem sofre ejaculação precoce.

 

 

Apontado como um dos melhores estimulantes sexuais naturais do planeta, a kavach beej é uma óptima opção para o tratamento caseiro da disfunção eréctil. Os seus efeitos positivos no tratamento do distúrbio são tão conhecidos que a erva faz parte de medicamentos como o Viagra. Para além de ajudar no restabelecimento da resistência sexual masculina, esta erva também proporciona um aumento e melhoria da contagem do esperma. A kavach beej pode ser extremamente útil no tratamentos das disfunções sexuais masculinas em geral.

 

 

Outra planta muito popular no mundo da homeopatia, a salab misri tem sido usada na medicina ayurvédica, principalmente devido às suas propriedades afrodisíacas. Para além de aumentar a resistência sexual e melhorar o desempenho geral do corpo, a planta pode aumentar significativamente o desejo sexual. O consumo regular desta planta pode resultar numa melhoria da circulação sanguínea, um factor essencial no que diz respeito a problemas relacionados com distúrbios sexuais.

 

 

publicado por Tim às 17:06

02
Out 13

A prótese ou implante no pénis pode ser uma hipótese para a cura da disfunção eréctil. Apesar de menos popular que outros tratamentos para a impotência, este dispositivo é implantado directamente no pénis, mais propriamente na sua câmara, permitindo uma erecção suficiente para manter uma relação sexual. Esta hipótese de tratamento apenas está indicada a pacientes cujas causas da disfunção eréctil foram diagnosticadas com sucesso e cujo tratamento com medicamentos de prescrição não foi viável. Está especialmente indicado em pacientes com Doença de Peyronie, cuja formação de tecido cicatricial leva à curvatura do pénis, impossibilitando a relação.

 

Como funciona o implante do pénis?

 

Os implantes do pénis podem ser de três tipos: maleavéis, insufláveis e hidráulicos, estes últimos mais naturais e uma das melhores opções. No caso do implante insuflável, este consiste em dois cilindros (implantados no pénis) e uma bomba (geralmente localizada por baixo do escroto, entre os testículos). Para conseguir uma erecção, o homem tem de pressionar a bomba, que leva à transferência de fluído de um reservatório para os cilindros no pénis, levando à erecção. Após a relação, basta activar a válvula de descompressão, permitindo que o pénis retome a sua flacidez natural.

 

 

Relativamente à discrição do implante, este passa muitas vezes despercebido, sendo em alguns casos notada uma pequena cicatriz no pénis, junto à transição para o escroto, pelo que esta não deve ser uma preocupação durante a relação ou durante a utilização de casas-de-banho públicas. Apesar de proporcionar erecções mais fortes e semelhantes às que o homem conseguiria de forma natural, o implante no pénis não altera a sensibilidade, o desejo sexual masculino ou a capacidade do homem conseguir atingir o orgasmo. A taxa de eficácia e de satisfação é elevada, com 90% dos pacientes a conseguirem erecções fortes e duradouras com estes dispositivos. O implante no pénis pode ser uma solução a ter em contra, principalmente em homens com um grau elevado de disfunção eréctil, cujo tratamento com outros métodos não se revelou bem sucedido.

 

publicado por Tim às 12:22

24
Set 13

A disfunção eréctil trata-se de um problema do foro sexual que consiste na incapacidade de obter uma erecção ou de a manter durante a relação sexual. Estudos comprovam que apenas 10% dos casos têm como base problemas a nível orgânico. Os restantes 90% sofrem de algum tipo de causas psicológicas que contribuem para esta disfunção.

Causas psicológicas da disfunção eréctil

 


No que toca aos factores que agem como causas psicológicas da disfunção eréctil, existem vários que contribuem fortemente para a incapacidade de iniciar ou manter uma relação sexual. Uma das causas a nível psicológico pode-se prender com um trauma no campo sexual que afecte o paciente com este tipo de problema. Por outro lado, a depressão, ansiedade ou até mesmo o stress podem ter um papel importante no surgimento da disfunção. 

Quando um homem está envolvido em relações consideradas "casuais" pode-se criar um tipo de ansiedade de desempenho, levando-o a ter medo de falhar e não satisfazer a/o parceira/o de forma plena. Ao mesmo tempo, algumas falhas na performance sexual podem levar a problemas futuros de disfunção eréctil. A esse tipo de causas podem estar ligados aspectos como problemas de comunicação entre o casal ou até mesmo interferências externas provenientes do ambiente circundante. 

Todas estas causas psicológicas da disfunção eréctil podem contribuir para o agravamento da condição, pois a incapacidade de obter e/ou manter a erecção facilmente afectam o estado psicológico do paciente em questão. Com a evolução deste problema surgem cada vez mais inibições, receios e vergonha pelo facto de não conseguir usufruir do acto sexual em pleno e, por consequência, não agradar a/o parceira/o de forma satisfatória. 

Para que a disfunção eréctil não tenha um grande impacto psicológico na sua vida, aconselhe-se com o seu médico e juntos cheguem ao fundo da questão e descubram quais as melhores formas de tratamento para este problema sexual.

 

publicado por Tim às 12:13

17
Set 13

A disfunção eréctil é medicamente explicada como a incapacidade de obter uma erecção ou de a manter de forma a que aconteça a penetração peniana. Estudos comprovam que 2 em cada 3 homens com diabetes sofrem de disfunção eréctil, desenvolvendo esta condição 5 a 10 anos mais cedo do que um homem que não sofra deste problema. 

Disfunção eréctil e diabetes

 



A disfunção eréctil e diabetes estão primariamente interligadas . Isto quer dizer que a diabetes contribui para vários problemas de saúde que, por sua vez, contribuem directamente para o surgimento da disfunção eréctil. Um dos danos resultantes da diabetes é a neuropatia, que danifica nervos por todo o corpo, pénis incluído. A aterosclerose está ligada também com a disfunção eréctil e diabetes pois esta condição faz com que o sangue flua com mais dificuldade nos vasos sanguíneos, que no caso são mais finos e delicados quando se localizam no órgão sexual masculino. 

Por fim, outro factor ligado com a diabetes e a disfunção eréctil é o controlo do nível de glicemia. Níveis elevados/descontrolados de glicemia fazem com que o óxido nítrico não seja produzido de forma suficiente, o que faz com que este vaso-dilatador não funcione em pleno, resultando em uma erecção fraca ou menos forte. 

Disfunção eréctil e diabetes: Tratamentos

Uma questão fundamental a ter em conta no tratamento da disfunção eréctil em casos de pacientes diabéticos é o controlo da glicemia. Este controlo incluí mudanças de estilo de vida como a inclusão de exercício físico e de uma dieta cuidada, proibição de fumar e a introdução de medicação específica para diabéticos. Após a estabilização dos níveis de glicemia podem ser experimentadas outras soluções para a disfunção eréctil como medicamentos de prescrição, injecções aplicadas no pénis, utilização de vácuo ou até mesmo terapia com hormonas. Consulte sempre o seu médico antes de utilizar qualquer tipo de medicamentos, para que seja devidamente acompanhado e aconselhado.

 

publicado por Tim às 13:13

03
Set 13

Apesar de a falta de desejo sexual ser mais comum nas mulheres que nos homens e de estes mesmo com problemas de erecção conseguirem manter o seu desejo sexual e a vontade de fazer sexo, esta situação também se pode inverter, principalmente com o avançar da idade. À medida que o homem envelhece, é normal desenvolver alguns problemas do foro sexual, que se prendem essencialmente com a capacidade em conseguir ou manter uma erecção suficiente para penetração. Porém, em muitos homens o desejo sexual pode permanecer desde sempre baixo, demonstrando pouco interesse pelo sexo, como pode ser motivado pela insegurança relativamente à sua performance sexual.

 

 

Como é que a disfunção eréctil se pode relacionar com a falta de desejo?

 

Para muitos homens, os problemas de erecção são um motivo para se afastarem das suas parceiras devido ao embaraço que podem causar. Esta situação pode levar à diminuição do desejo sexual por parte do homem, principalmente quando não é procurado tratamento para resolver esta questão. A componente psicológica associada à disfunção eréctil é o principal motivo para a diminuição da procura de relações e de intimidade. De outra forma, a disfunção eréctil em nada se relacionada com a baixa libido, uma vez que uma não implica a outra. Um homem pode sofrer de disfunção eréctil mas manter o seu desejo sexual e vice-versa, pode ter falta de desejo sexual e conseguir e manter erecções na perfeição.

 

Quais são as principais causas para a baixa libido nos homens?

 

Tal como nas mulheres, a falta de desejo sexual pode relacionar-se com causas físicas ou psicológicas. De entre as causas físicas mais comuns destacam-se o alcoolismo, a obesidade, níveis de colesterol alto e baixos níveis de testosterona. Por outro lado, a depressão, o stress e a ansiedade podem também influenciar o desejo sexual masculino. Quando procurar ajuda? Se a falta de desejo sexual se mantém por um período prolongado e não consegue superar este problema sozinho, fale com a sua parceira sobre esta questão ou consulte um médico para que possa ser diagnosticada a causa do problema. A terapia com um especialista pode ajudar a superar a falta de desejo sexual, permitindo que siga a sua vida normalmente. Actualmente não existe nenhum medicamento que permita aumentar o desejo sexual nos homens, a não ser que este se relacione com a diminuição dos níveis de testosterona. Por outro lado, se a falta de desejo sexual se relaciona com a baixa confiança por não conseguir uma erecção suficiente para relações sexuais satisfatórias, existem tratamentos para restabelecer a sua vida sexual, que permitem erecções fortes e duradouras.

publicado por Tim às 10:41

28
Ago 13

Muitos homens questionam-se relativamente à existência do Viagra genérico, muito devido ao preço elevado que o medicamento original tem no mercado, sendo frequente a procura de um medicamento com os mesmos efeitos, mas mais acessível em termos financeiros. O Viagra original está disponível no mercado português desde 1998, tendo sido comercializado e fabricado pela companhia farmacêutica Pfizer desde então. Este medicamento inicialmente sintetizado para tratar a hipertensão arterial, demonstrou resultados muito positivos a nível dos problemas de erecção, sendo o primeiro medicamento de prescrição disponível para os homens com disfunção eréctil ou impotência. Antes de este tratamento estar disponível apenas era possível o tratamento através de injecções no pénis ou de próteses, o que se tornava extremamente desconfortável, principalmente para os homens que queriam manter a sua vida sexual espontânea, sem ter de recorrer a estes procedimentos durante a relação.

 

 

O que é o Viagra?

 

O Viagra não é mais que um composto sintetizado pela Pfizer denominado sildenafil. O sildenafil potencia erecções mais fortes e duradouras devido à sua acção ao nível do bloqueio da PDE-5, uma enzima responsável pela conversão do GMPc (envolvido no aumento do calibre dos vasos sanguíneos do pénis). Ao permitir que o GMPc se mantenha mais tempo em circulação, o sildenafil estimula o fluxo sanguíneo para o pénis, permitindo ao homens conseguir erecções mais fortes e mantê-las durante a penetração.

 

 

O Viagra Genérico é seguro?

 

Tal como com todos os medicamentos genéricos, a sua composição tem de permanecer a mesma relativamente à versão original, a diferença está nos excipientes (substâncias presentes para além do princípio activo), que podem ser diferentes, tal como o preço deve ser pelo menos 30% inferior. Idealmente, os genéricos devem ter o mesmo efeito que os tratamentos originais e o mesmo risco de efeitos secundários.

 

No caso do Viagra, este ainda se encontra patenteado pela Pfizer pelo que quaisquer versões genéricas disponíveis do sildenafil são ilegais e potencialmente perigosas para a saúde dos seus consumidores. Por ser um medicamento com uma elevada procura, o Viagra é constantemente alvo de constrafacção, o que coloca milhares de homens em risco relativamente aos seus efeitos. A única forma disponível e devidamente aprovada pelo Infarmed é o Viagra fabricado pela Pfizer, que pode ser adquirido apenas com receita médica, directamente nas farmácias locais ou online registadas.

 

Onde encontrar Viagra barato?

 

O preço do Viagra é elevado quando comparado com a maioria dos medicamentos disponíveis. Dependendo da dose recomendada, cada comprimido pode ultrapassar os 10€, excluindo a consulta médica, uma vez que não pode ser vendido sem prescrição. Quer o Viagra quer outros tratamentos sujeitos a receita médica para a disfunção eréctil, não têm comparticipação do estado, pelo que o preço tabelado pelo Infarmed não sofrerá qualquer redução durante a compra do medicamento. Este facto, dificulta a procura de ajuda por parte de muitos homens, pois para além de ser uma condição que causa algum desconforto ao ser discutida com um médico, o acesso e a adesão ao tratamento está dificultada pelos seus custos elevados.

 

Apesar de parecer tentador e encontrar facilmente sites na internet que afirmam disponibilizar o Viagra genérico, tente contrariar esta tendência e não adquira estes medicamentos. Como já foi referido, estes medicamentos são ilegais e não sofrem nenhum controlo de qualidade, sendo desconhecidos a sua composição e os efeitos, o que pode causar danos permanentes na sua saúde e não resolver de todo os seus problemas de erecção.

 

Viagra Original

publicado por Tim às 11:18

21
Ago 13

A disfunção eréctil afecta milhões de homens em todo o Mundo, motivo pelo qual estão actualmente disponíveis no mercado vários tratamentos. Desde os medicamentos de prescrição às bombas de vácuo, existem tratamentos que se adequam especificamente à condição de cada homem e ao seu grau de disfunção eréctil. Os únicos medicamentos disponíveis para o tratamento da disfunção eréctil estão sujeitos a receita médica, pelo que não devem ser comercializados ou tomados sem aconselhamento médico prévio. Nenhum destes tratamentos tem actualmente a versão genérica, uma vez que ainda se encontram protegidos pela lei de patente e apenas podem ser fabricados pelas empresas farmacêuticas que os desenvolveram. Sendo assim, estão disponíveis três tratamentos: o Viagra, o Cialis e o Levitra.

 

O Viagra foi o primeiro tratamento para a disfunção eréctil a estar disponível no mercado, tendo sido desenvolvido pela Pfizer em 1998. Tem como princípio activo o sildenafil, inicialmente sintetizado para o tratamento da hipertensão pulmonar. O Viagra está disponível nas doses de 25mg, 50mg e 100mg, variando estas de acordo com o tipo de disfunção. A dose inicial recomendada é de 50mg, podendo esta ser reduzida no caso de comprometimento hepático ou renal, ou aumentada se não forem sentidos os efeitos desejados. Este tratamento deve ser tomado consoante a necessidade, cerca de 30 minutos antes da relação, podendo os seus efeitos durar até 4 horas.

 

 

O Cialis apesar de desenvolvido posteriormente ao Viagra pela Lilly ICOS, tornou-se um tratamento muito popular devido à duração dos seus efeitos. Apesar de ser igualmente um tratamento que deve ser tomado consoante a necessidade, tanto a dose de 10mg como a de 20mg podem ter efeitos até 36 horas, sendo ideal para homens que preferem as relações sexuais durante o fim-de-semana, sendo apenas necessária a toma de um comprimido, por exemplo Sexta à noite. O Cialis conta com o princípio activo tadalafil e a dose inicial recomendada é de 10mg, podendo ser aumentada caso não sejam observados os efeitos desejados. O Cialis está também disponível como tratamento diário, nas doses de 2,5mg e 5mg, sendo a sua toma diária e os efeitos constantes, ou seja, não precisa de tomar um comprimido sempre que planear ter relações sexuais, sendo possível atingir erecções após a estimulação em qualquer momento, desde que a toma seja feita diariamente.

 

 

O Levitra é o tratamento mais recentemente desenvolvido, estando disponível em doses mais baixas que os medicamentos descritos acima. O Levitra apresenta-se assim em doses de 5mg, 10mg e 20mg. A dose inicial recomendada é de 10mg, podendo ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente. Devido à sua dose reduzida e ao seu princípio activo, o vardenafil, o Levitra está indicado para pacientes com colesterol elevado, diabetes ou hipertensão arterial, podendo estes estar relacionados igualmente com a disfunção eréctil. O Levitra deve ser tomado cerca de 30 minutos antes da relação, podendo os seus efeitos durar até 5 horas. Para facilitar a sua toma, a Bayer, a empresa farmacêutica responsável pela comercialização do Levitra, tornou disponível uma versão orodispersível, que se dissolve na boca sem a necessidade de água. Os efeitos desta versão desenvolvem-se mais rapidamente que o Levitra na versão original, actuando em apenas 15 minutos após a toma.

 

 

Os medicamentos de prescrição para a disfunção eréctil são uma das opções de tratamento mais eficazes e cómodas, sendo por isso uma solução viável para a maioria dos homens com este problema. Após uma consulta médica onde é avaliado o estado de saúde geral do paciente e a sua adequação a cada tratamento, pode ser recomendado o medicamento mais eficaz para cada caso. Os efeitos secundários associados aos tratamentos da disfunção eréctil são ligeiros e temporários e tendem a desaparecer assim que os seus efeitos desaparecem.

publicado por Tim às 09:22

12
Ago 13


As disfunções sexuais são duas vezes mais prováveis de acontecer em homens com quadros de depressão. A depressão masculina pode causar problemas sexuais como a perda do desejo, a disfunção eréctil ou a incapacidade de obter um orgasmo. Cerca de um quarto dos homens com depressão tem dificuldades em manter uma erecção ou ejacular. Um número ainda maior relata a perda do desejo sexual. Vários estudos têm mostrado que os homens com depressão têm realmente menor actividade cerebral nas regiões que normalmente respondem à excitação sexual.

 



Disfunção sexual: efeito secundário dos antidepressivos

Os problemas sexuais podem ser causados por efeitos colaterais de medicamentos antidepressivos. Na verdade, efeitos colaterais sexuais, como a disfunção eréctil, são uma das razões mais comuns que levam os homem a optar por tomar uma dosagem menor ou até mesmo parar o tratamento. Os pacientes podem também beneficiar de uma curta pausa de 48 horas na medicação. Contudo, a alteração da medicação pode conduzir a uma recaída do problema de depressão. 

Vários antidepressivos demonstram altas taxas de pacientes que relataram efeitos colaterais de disfunção sexual. Na maioria dos casos, os problemas sexuais causados por esse tipo de medicação não desaparecem. Comparado com outros medicamentos, a paroxetina causa a maioria dos problemas sexuais. A menor taxa de disfunção eréctil está ligada com ao citalopram. A bupropiona pode até ajudar na função sexual. O sildenafil (Viagra) pode ser adicionado a um ciclo de antidepressivos para melhorar o desempenho sexual. No entanto, o sildenafil não ajuda a tratar a perda do desejo sexual.

Depressão causada pela disfunção eréctil

A disfunção eréctil não é apenas um problema físico, mas também um problema emocional. A sexualidade é importante para a saúde emocional e psicológica. Os homens com impotência podem desenvolver depressões secundárias. A incapacidade de desfrutar do sexo pode levar a uma queda na autoconfiança e pode desgastar um relacionamento, pois quando o homem se afasta da(o) sua/seu parceira/o, este teme qualquer contato físico e a exposição dos problemas de disfunção eréctil.

O sucesso no tratamento da disfunção eréctil pode melhorar os sintomas de depressão masculina. Infelizmente, a maioria dos homens não procuram tratamentos para a disfunção eréctil. Esses mesmos tratamentos podem melhorar o desempenho sexual, mas também auxiliar no tratamento de sintomas emocionais e físicos, bem como depressivos. Alternativamente procurar ajuda psicológica é sempre uma boa opção, marque uma consulta de sexologia ou terapia sexual.

 

publicado por Tim às 11:14

06
Ago 13

A disfunção eréctil, também conhecida como impotência sexual, consiste na incapacidade de levar a cabo uma relação sexual. Esse problema deve-se ao facto de o homem não conseguir ter ou manter uma erecção rígida o suficiente para que a penetração seja realizada em pleno. Actualmente a disfunção eréctil é passível de ser distinguida ou até mesmo evitável, através da alteração do estilo de vida, uso de técnicas diversas e da prática de exercício físico. 

 

 

 

 

 

 

Formas de prevenir a disfunção eréctil

Uma das mais importantes formas de prevenir a impotência sexual é através da realização de mudanças ao nível do estilo de vida. Um estilo de vida sedentário e sem hábitos saudáveis poderá ter um papel imperativo no surgimento desta disfunção do foro sexual. Como tal, é importante que o homem tenha uma alimentação cuidada e uma vida equilibrada. A componente psicológica também é um factor a ter em conta, pois como todos já ouvimos a frase "Mente sã em corpo são". 

No que diz respeito à alimentação, estudos comprovam que o excesso de peso contribui em grande parte para o surgimento ou agravamento da disfunção eréctil. Assim sendo, o melhor a fazer é optar por uma dieta equilibrada e adequada ao seu físico. Evite dietas loucas pois provavelmente voltará a engordar. Com uma alimentação equilibrada conseguirá manter-se saudável e com um peso ideal, sentindo-se melhor consigo mesmo. 

Aliado a uma alimentação saudável, o exercício físico confere igualmente o seu contributo na prevenção da disfunção eréctil. Ao fazer exercício físico, para além de estar a cuidar da sua saúde tanto física como mental, estará a produzir a hormona testosterona. Esta hormona está directamente relacionada com o desempenho a nível sexual e com o apetite sexual masculino.

É de referir que uma vida sexual saudável e activa ajuda na circulação do sangue no pénis, o que por sua vez ajuda na prevenção da impotência sexual. Nos casos em que existem baixos níveis de testosterona o uso de medicamentos poderá ajudar. Hoje em dia existem diversas opções para este tratamento, variando entre fármacos e medicamentos de origem natural. 

A utilização de anabolizantes ou esteróides altera de forma acentuada os níveis de testosterona no organismo masculino. Evite o seu uso, bem como o consumo de tabaco. O cigarro pode gravemente interferir com a circulação sanguínea e diminuir o fluxo de sangue no pénis.

publicado por Tim às 12:15

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