Informação sobre a disfunção eréctil, histórias e notícias relacionadas com esta condição e o seu tratamento.

28
Ago 13

Muitos homens questionam-se relativamente à existência do Viagra genérico, muito devido ao preço elevado que o medicamento original tem no mercado, sendo frequente a procura de um medicamento com os mesmos efeitos, mas mais acessível em termos financeiros. O Viagra original está disponível no mercado português desde 1998, tendo sido comercializado e fabricado pela companhia farmacêutica Pfizer desde então. Este medicamento inicialmente sintetizado para tratar a hipertensão arterial, demonstrou resultados muito positivos a nível dos problemas de erecção, sendo o primeiro medicamento de prescrição disponível para os homens com disfunção eréctil ou impotência. Antes de este tratamento estar disponível apenas era possível o tratamento através de injecções no pénis ou de próteses, o que se tornava extremamente desconfortável, principalmente para os homens que queriam manter a sua vida sexual espontânea, sem ter de recorrer a estes procedimentos durante a relação.

 

 

O que é o Viagra?

 

O Viagra não é mais que um composto sintetizado pela Pfizer denominado sildenafil. O sildenafil potencia erecções mais fortes e duradouras devido à sua acção ao nível do bloqueio da PDE-5, uma enzima responsável pela conversão do GMPc (envolvido no aumento do calibre dos vasos sanguíneos do pénis). Ao permitir que o GMPc se mantenha mais tempo em circulação, o sildenafil estimula o fluxo sanguíneo para o pénis, permitindo ao homens conseguir erecções mais fortes e mantê-las durante a penetração.

 

 

O Viagra Genérico é seguro?

 

Tal como com todos os medicamentos genéricos, a sua composição tem de permanecer a mesma relativamente à versão original, a diferença está nos excipientes (substâncias presentes para além do princípio activo), que podem ser diferentes, tal como o preço deve ser pelo menos 30% inferior. Idealmente, os genéricos devem ter o mesmo efeito que os tratamentos originais e o mesmo risco de efeitos secundários.

 

No caso do Viagra, este ainda se encontra patenteado pela Pfizer pelo que quaisquer versões genéricas disponíveis do sildenafil são ilegais e potencialmente perigosas para a saúde dos seus consumidores. Por ser um medicamento com uma elevada procura, o Viagra é constantemente alvo de constrafacção, o que coloca milhares de homens em risco relativamente aos seus efeitos. A única forma disponível e devidamente aprovada pelo Infarmed é o Viagra fabricado pela Pfizer, que pode ser adquirido apenas com receita médica, directamente nas farmácias locais ou online registadas.

 

Onde encontrar Viagra barato?

 

O preço do Viagra é elevado quando comparado com a maioria dos medicamentos disponíveis. Dependendo da dose recomendada, cada comprimido pode ultrapassar os 10€, excluindo a consulta médica, uma vez que não pode ser vendido sem prescrição. Quer o Viagra quer outros tratamentos sujeitos a receita médica para a disfunção eréctil, não têm comparticipação do estado, pelo que o preço tabelado pelo Infarmed não sofrerá qualquer redução durante a compra do medicamento. Este facto, dificulta a procura de ajuda por parte de muitos homens, pois para além de ser uma condição que causa algum desconforto ao ser discutida com um médico, o acesso e a adesão ao tratamento está dificultada pelos seus custos elevados.

 

Apesar de parecer tentador e encontrar facilmente sites na internet que afirmam disponibilizar o Viagra genérico, tente contrariar esta tendência e não adquira estes medicamentos. Como já foi referido, estes medicamentos são ilegais e não sofrem nenhum controlo de qualidade, sendo desconhecidos a sua composição e os efeitos, o que pode causar danos permanentes na sua saúde e não resolver de todo os seus problemas de erecção.

 

Viagra Original

publicado por Tim às 11:18

21
Ago 13

A disfunção eréctil afecta milhões de homens em todo o Mundo, motivo pelo qual estão actualmente disponíveis no mercado vários tratamentos. Desde os medicamentos de prescrição às bombas de vácuo, existem tratamentos que se adequam especificamente à condição de cada homem e ao seu grau de disfunção eréctil. Os únicos medicamentos disponíveis para o tratamento da disfunção eréctil estão sujeitos a receita médica, pelo que não devem ser comercializados ou tomados sem aconselhamento médico prévio. Nenhum destes tratamentos tem actualmente a versão genérica, uma vez que ainda se encontram protegidos pela lei de patente e apenas podem ser fabricados pelas empresas farmacêuticas que os desenvolveram. Sendo assim, estão disponíveis três tratamentos: o Viagra, o Cialis e o Levitra.

 

O Viagra foi o primeiro tratamento para a disfunção eréctil a estar disponível no mercado, tendo sido desenvolvido pela Pfizer em 1998. Tem como princípio activo o sildenafil, inicialmente sintetizado para o tratamento da hipertensão pulmonar. O Viagra está disponível nas doses de 25mg, 50mg e 100mg, variando estas de acordo com o tipo de disfunção. A dose inicial recomendada é de 50mg, podendo esta ser reduzida no caso de comprometimento hepático ou renal, ou aumentada se não forem sentidos os efeitos desejados. Este tratamento deve ser tomado consoante a necessidade, cerca de 30 minutos antes da relação, podendo os seus efeitos durar até 4 horas.

 

 

O Cialis apesar de desenvolvido posteriormente ao Viagra pela Lilly ICOS, tornou-se um tratamento muito popular devido à duração dos seus efeitos. Apesar de ser igualmente um tratamento que deve ser tomado consoante a necessidade, tanto a dose de 10mg como a de 20mg podem ter efeitos até 36 horas, sendo ideal para homens que preferem as relações sexuais durante o fim-de-semana, sendo apenas necessária a toma de um comprimido, por exemplo Sexta à noite. O Cialis conta com o princípio activo tadalafil e a dose inicial recomendada é de 10mg, podendo ser aumentada caso não sejam observados os efeitos desejados. O Cialis está também disponível como tratamento diário, nas doses de 2,5mg e 5mg, sendo a sua toma diária e os efeitos constantes, ou seja, não precisa de tomar um comprimido sempre que planear ter relações sexuais, sendo possível atingir erecções após a estimulação em qualquer momento, desde que a toma seja feita diariamente.

 

 

O Levitra é o tratamento mais recentemente desenvolvido, estando disponível em doses mais baixas que os medicamentos descritos acima. O Levitra apresenta-se assim em doses de 5mg, 10mg e 20mg. A dose inicial recomendada é de 10mg, podendo ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente. Devido à sua dose reduzida e ao seu princípio activo, o vardenafil, o Levitra está indicado para pacientes com colesterol elevado, diabetes ou hipertensão arterial, podendo estes estar relacionados igualmente com a disfunção eréctil. O Levitra deve ser tomado cerca de 30 minutos antes da relação, podendo os seus efeitos durar até 5 horas. Para facilitar a sua toma, a Bayer, a empresa farmacêutica responsável pela comercialização do Levitra, tornou disponível uma versão orodispersível, que se dissolve na boca sem a necessidade de água. Os efeitos desta versão desenvolvem-se mais rapidamente que o Levitra na versão original, actuando em apenas 15 minutos após a toma.

 

 

Os medicamentos de prescrição para a disfunção eréctil são uma das opções de tratamento mais eficazes e cómodas, sendo por isso uma solução viável para a maioria dos homens com este problema. Após uma consulta médica onde é avaliado o estado de saúde geral do paciente e a sua adequação a cada tratamento, pode ser recomendado o medicamento mais eficaz para cada caso. Os efeitos secundários associados aos tratamentos da disfunção eréctil são ligeiros e temporários e tendem a desaparecer assim que os seus efeitos desaparecem.

publicado por Tim às 09:22

12
Ago 13


As disfunções sexuais são duas vezes mais prováveis de acontecer em homens com quadros de depressão. A depressão masculina pode causar problemas sexuais como a perda do desejo, a disfunção eréctil ou a incapacidade de obter um orgasmo. Cerca de um quarto dos homens com depressão tem dificuldades em manter uma erecção ou ejacular. Um número ainda maior relata a perda do desejo sexual. Vários estudos têm mostrado que os homens com depressão têm realmente menor actividade cerebral nas regiões que normalmente respondem à excitação sexual.

 



Disfunção sexual: efeito secundário dos antidepressivos

Os problemas sexuais podem ser causados por efeitos colaterais de medicamentos antidepressivos. Na verdade, efeitos colaterais sexuais, como a disfunção eréctil, são uma das razões mais comuns que levam os homem a optar por tomar uma dosagem menor ou até mesmo parar o tratamento. Os pacientes podem também beneficiar de uma curta pausa de 48 horas na medicação. Contudo, a alteração da medicação pode conduzir a uma recaída do problema de depressão. 

Vários antidepressivos demonstram altas taxas de pacientes que relataram efeitos colaterais de disfunção sexual. Na maioria dos casos, os problemas sexuais causados por esse tipo de medicação não desaparecem. Comparado com outros medicamentos, a paroxetina causa a maioria dos problemas sexuais. A menor taxa de disfunção eréctil está ligada com ao citalopram. A bupropiona pode até ajudar na função sexual. O sildenafil (Viagra) pode ser adicionado a um ciclo de antidepressivos para melhorar o desempenho sexual. No entanto, o sildenafil não ajuda a tratar a perda do desejo sexual.

Depressão causada pela disfunção eréctil

A disfunção eréctil não é apenas um problema físico, mas também um problema emocional. A sexualidade é importante para a saúde emocional e psicológica. Os homens com impotência podem desenvolver depressões secundárias. A incapacidade de desfrutar do sexo pode levar a uma queda na autoconfiança e pode desgastar um relacionamento, pois quando o homem se afasta da(o) sua/seu parceira/o, este teme qualquer contato físico e a exposição dos problemas de disfunção eréctil.

O sucesso no tratamento da disfunção eréctil pode melhorar os sintomas de depressão masculina. Infelizmente, a maioria dos homens não procuram tratamentos para a disfunção eréctil. Esses mesmos tratamentos podem melhorar o desempenho sexual, mas também auxiliar no tratamento de sintomas emocionais e físicos, bem como depressivos. Alternativamente procurar ajuda psicológica é sempre uma boa opção, marque uma consulta de sexologia ou terapia sexual.

 

publicado por Tim às 11:14

06
Ago 13

A disfunção eréctil, também conhecida como impotência sexual, consiste na incapacidade de levar a cabo uma relação sexual. Esse problema deve-se ao facto de o homem não conseguir ter ou manter uma erecção rígida o suficiente para que a penetração seja realizada em pleno. Actualmente a disfunção eréctil é passível de ser distinguida ou até mesmo evitável, através da alteração do estilo de vida, uso de técnicas diversas e da prática de exercício físico. 

 

 

 

 

 

 

Formas de prevenir a disfunção eréctil

Uma das mais importantes formas de prevenir a impotência sexual é através da realização de mudanças ao nível do estilo de vida. Um estilo de vida sedentário e sem hábitos saudáveis poderá ter um papel imperativo no surgimento desta disfunção do foro sexual. Como tal, é importante que o homem tenha uma alimentação cuidada e uma vida equilibrada. A componente psicológica também é um factor a ter em conta, pois como todos já ouvimos a frase "Mente sã em corpo são". 

No que diz respeito à alimentação, estudos comprovam que o excesso de peso contribui em grande parte para o surgimento ou agravamento da disfunção eréctil. Assim sendo, o melhor a fazer é optar por uma dieta equilibrada e adequada ao seu físico. Evite dietas loucas pois provavelmente voltará a engordar. Com uma alimentação equilibrada conseguirá manter-se saudável e com um peso ideal, sentindo-se melhor consigo mesmo. 

Aliado a uma alimentação saudável, o exercício físico confere igualmente o seu contributo na prevenção da disfunção eréctil. Ao fazer exercício físico, para além de estar a cuidar da sua saúde tanto física como mental, estará a produzir a hormona testosterona. Esta hormona está directamente relacionada com o desempenho a nível sexual e com o apetite sexual masculino.

É de referir que uma vida sexual saudável e activa ajuda na circulação do sangue no pénis, o que por sua vez ajuda na prevenção da impotência sexual. Nos casos em que existem baixos níveis de testosterona o uso de medicamentos poderá ajudar. Hoje em dia existem diversas opções para este tratamento, variando entre fármacos e medicamentos de origem natural. 

A utilização de anabolizantes ou esteróides altera de forma acentuada os níveis de testosterona no organismo masculino. Evite o seu uso, bem como o consumo de tabaco. O cigarro pode gravemente interferir com a circulação sanguínea e diminuir o fluxo de sangue no pénis.

publicado por Tim às 12:15

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