Informação sobre a disfunção eréctil, histórias e notícias relacionadas com esta condição e o seu tratamento.

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Mar 11

A disfunção eréctil, a depressão e a perda da libido (desejo sexual) são efeitos secundários possíveis de medicamentos usados para lidar ou tratar os problemas urinários e encontrados em remédios de queda de cabelo, de acordo com uma pesquisa bem recente.

 

Vários estudos clínicos dos inibidores reductase 5a – usados para tratamento da hiperplasia prostática benigna – tais como a Finasterida e Dutasterida, foram feitos por uma equipa da Universidade de Boston, Estados Unidos, relatou o Jornal de Medicina Sexual.

 

Um grupo de homens relatou efeitos secundários do tratamento incluindo depressão e diminuição da libido. Tais efeitos secundários foram relatados em 4.2% dos pacientes de Duasterida e em 1.8% dos grupos placebo. A depressão e a redução na ejaculação e volume do sémen também foram encontrados em alguns pacientes, com alguns dos efeitos secundários a continuarem mesmo depois do tratamento ter terminado.

 

 

O líder do estudo, o Dr. Abdulmaged M. Traish, disse: “Por estas razões, os pacientes e médicos deverão discutir estes assusntos e problemas aberta e honestamente, e verificar quais os benefícios e riscos antes de se iniciar a terapia com inibidores reductase 5a.”

 

O D.r Irwin Goldstein, editor-chefe do Jornal de Medicina Sexual, adicionou: “Os homens jovens estão a ser receitados  inibidores reductase alfa 5 como tratamentos da queda de cabelo, que podem ter um impacto negativo nas suas vidas sexuais, possivelmente por um longo período de tempo após ter terminado o medicamento.”

 

“Os homens de maior idade com sintomas do baixo tracto urinário ou com receio do cancro da próstata têm de lidar com o aparecimento de problemas sexuais e de saúde mental. O uso em crescendo de inibidores reductase alfa 5 é o que está a causar problemas.”

 

Diretório de Blogs
publicado por Tim às 15:15

 

Os homens que tomam analgésicos regularmente podem estar num rico maior de sofrerem de disfunção eréctil (DE), segundo um estudo recente.

 

Uma pesquisa publicada no Journal of Urology (Jornal de Urologia) relatou que os homens de meia-idade que tomavam medicamentos anti-inflamatórios sem esteróides regularmente estavam num risco muito maior de sofrerem de disfunção eréctil, comparando com aqueles que não tomavam medicamentos tão frequentemente, ou mesmo de todo.

 

Após factores como a idade e o fumar terem sido colocados em conta, os homens que tomaram os tais anti-inflamatórios sem esteróides regularmente tinham mais probabilidades em relatarem disfunção eréctil.

 

 

O pesquisador sénior Steven J Jacobsen disse: “A associação que vimos e relatámos poderá não ser casual, mas precisamos de verificá-la porque os medicamentos anti-inflamatórios são muito usados para prevenir e tratar muitas condições.”

 

Entretanto, a pesquisa publicada no Journal of General Internal Medicine (Jornal de Medicina Geral Interna) concluiu que os médicos deverão assegurar-se que tomam muita atenção aos pacientes que tomam medicamentos aos quais poderão ficar viciados.

Diretório de Blogs
publicado por Tim às 12:52
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